UM PROGRAMA DE VIDA NOVA

UM PROGRAMA DE VIDA NOVA

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Paulina Duarte comandará a Senad

A Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), órgão que passou a fazer parte da estrutura do Ministério da Justiça no último dia 10, já está sob novo comando. A assistente social Paulina do Carmo Arruda Vieira Duarte, 53 anos, assume o posto no lugar do General-de-Divisão do Exército Brasileiro, Paulo Roberto Yog de Miranda Uchôa. A nomeação foi publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (24).

Paulina integra a Senad desde o início do governo Lula, em 2003, e desde 2007 atua como secretária-adjunta. Especializada em psicologia social, mestre e doutora em Ciências pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), ela destaca que a principal linha de ação para 2011 será o fortalecimento do Plano Nacional de Enfrentamento ao Crack e outras drogas.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

UEPB terá formação de profissionais que atuam junto a usuários de crack Imprimir

A Universidade Estadual da Paraíba aprovou junto ao Ministério da Saúde e à Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas um projeto para implantação, em Campina Grande, do primeiro Centro Regional de Referência para Formação Permanente de Profissionais das Redes de Atenção Integral à Saúde de Usuários de Crack e Outras Drogas.
O Centro surge da necessidade de combater o crescente consumo de substâncias psicoativas entre crianças, adolescentes e adultos, já considerado um problema de saúde pública por parte do Governo Federal, que instituiu o Plano de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas.
Os centros regionais deverão ofertar as seguintes capacitações: Curso de Aperfeiçoamento para médicos atuantes no Programa de Saúde da Família (PSF) e no Núcleo de Assistência à Saúde da Família (NASF); Atualização em Atenção Integral aos Usuários de Crack e outras Drogas para profissionais que trabalham nos hospitais gerais; Atualização sobre Intervenção Breve e Aconselhamento Motivacional e Curso de Atualização em Gerenciamento de Casos e Reinserção Social de Usuários de Crack e outras Drogas.
Com isso, a meta é consolidar na UEPB um Centro Regional de Referência, com capacidade de atender o maior número de profissionais do município de Campina Grande e cidades vizinhas, que desempenham suas funções na rede de atenção integral à saúde e assistência a crianças, adolescentes e adultos usuários de substâncias psicoativas.
Segundo a pró-reitora de Pós-Graduação e Pesquisa (PRPGP) da UEPB, Marcionila Fernandes, a Universidade institucionalizará o Centro Regional de Referência, tornando-o um centro de formação, pesquisa e assistência aos usuários de crack e outras drogas, bem como aos seus familiares, através das clínicas de Psicologia e Enfermagem e do Departamento de Educação Física (DEF) da UEPB. O início das atividades do Centro de Referência está previsto para o mês de fevereiro.
O Crack na Paraíba - Uma pesquisa recente, realizada pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) sobre a presença do Crack nos municípios brasileiros, revela que a substância deixou de ser um problema relacionado aos centros urbanos, a exemplo de João Pessoa e Campina Grande. Dos 223 municípios da Paraíba, 139 já identificaram o consumo da droga. O mais agravante na pesquisa é a falta de programas e ações de combate junto a crianças, adolescentes e usuários adultos.
Ainda segundo dados da CNM, apenas quatro cidades paraibanas possuem um programa municipal de combate ao Crack, o que representa somente 2,88% dos 139 municípios pesquisados.  Já os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) só estão presentes em 18 cidades, que contam com o trabalho de apenas 202 profissionais, sendo 34 psicólogos, 22 assistentes sociais, 26 médicos, 24 enfermeiros e 96 outros profissionais da saúde.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Paraíba - Novo Sistema Estadual de Políticas sobre Drogas substitui legislação de 1986 

Governo institui novo Sistema Estadual de Políticas sobre Drogas e reestrutura Conselho

O Governo do Estado instituiu, através de Decreto, o novo Sistema Estadual de Políticas sobre Drogas (SEPD), visando adequá-lo à mais recente Lei Federal sobre drogas, de 2006. O novo Sistema substituiu uma Legislação Estadual de 1986 e reestrutura o Conselho Estadual de Entorpecentes (CONEN), que passa a ser chamado Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas (CEAD), adaptando-se à nova nomenclatura utilizada no país e às várias modificações necessárias, a exemplo da inserção de representantes da sociedade civil entre os conselheiros.

“Havia uma necessidade urgente dessa mudança e, há vários meses, já estávamos trabalhando nisso. O Conselho ainda estava embasado no texto da antiga lei de entorpecentes, já revogada”, explicou Deusimar Guedes, gestor do Programa Estadual de Políticas sobre Drogas (PEPD/PB), organismo que teve participação ativa nessas transformações, com o objetivo de valorizar e dar mais visibilidade ao Conselho Estadual, de fundamental importância para a nova política sobre drogas hoje vigente em todo o país.

Novo SEPD - O Sistema Estadual de Políticas sobre Drogas abrange as atividades de prevenção, reinserção social de dependentes químicos, bem como a repressão à produção não autorizada e ao tráfico ilícito de drogas. Entre seus objetivos principais, está a contribuição para a inclusão social do cidadão, visando torná-lo menos vulnerável ao uso de drogas e ao tráfico.

O SEPD inclui como meta a integração entre as políticas públicas sobre drogas realizadas pelos órgãos do Poder Executivo Estadual, assim como o investimento em alternativas esportivas, culturais, artísticas, profissionais, entre outras, como forma e inclusão e melhoria da qualidade de vida. Também tem o papel de estabelecer a formação continuada na área de prevenção ao uso de substancias químicas, para profissionais de educação nos três níveis de ensino, a fim de que eles possam agir como multiplicadores.

Conselho Estadual de Políticas sobre Drogas - É um órgão que existe em todos os Estados da federação, sendo composto por representantes do poder público, incluindo diversas Secretarias governamentais. Tem a finalidade de alicerçar o gestor público com sugestões de políticas a serem implantadas na área de combate as drogas.
Com essa atual reestruturação, o Conselho Estadual passa a incluir outros conselheiros, a exemplo de representantes da sociedade civil e de mais Secretarias Governamentais com importante atuação na prevenção e combate à drogas, a exemplo da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer, entre outras que não faziam parte do Conselho anterior.

De acordo com o gestor do PEPD/PB, Deusimar Guedes, outra mudança importante, com a finalidade de dar mais autonomia, agilidade e dinamicidade às ações do Conselho, é que o CEAD ficará instalado na Secretaria de Estado do Governo (Casa Civil), onde também está o Programa Estadual de Políticas sobre Drogas, e não mais na Secretaria de Administração Penitenciária.

Fabiana Nóbrega, Assessoria de Imprensa do PEPD/PB

domingo, 28 de novembro de 2010

EVENTO NACIONAL - 2011


ACAMPAMENTO DA PASTORAL DA SOBRIEDADE
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DIAS: 14, 15 E 16 DE OUTUBRO DE 2011

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

NOTÍCIA

  • 3% dos universitários que consomem álcool têm alto risco de dependência, diz estudo (06/10/2010)
  • Cerca de 300 jovens, professores e pesquisadores participaram nesta quarta-feira, em São Paulo, de um seminário sobre o uso de drogas por estudantes universitários. No evento promovido pelo CIEE (Centro de Integração Empresa-Escola), foram apresentados e discutidos os dados do 1º Levantamento Nacional Sobre o Uso de Álcool, Tabaco e outras Drogas entre os alunos de universidades das 27 capitais.
    O estudo foi produzido pela Universidade de São Paulo e financiado pela Senad (Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas) da Presidência da República. Os resultados foram divulgados pela primeira vez em junho e revelaram que metade dos alunos das universidades do país já usou, pelo menos uma vez, alguma droga ilícita.
    Ainda segundo o estudo, nove de cada dez universitários brasileiros já consumiu álcool, a droga mais comum para os mais de 17.000 estudantes entrevistados. Desses, 19% bebem frequentemente e apresentam risco moderado de dependência do álcool, 3% consomem álcool e têm alto risco de dependência.
    "Estes jovens [com alto risco de dependência] precisam de uma intervenção médica já", disse a professora e pesquisadora da USP (Universidade de São Paulo) Camila Magalhães Silveira, palestrante no evento.
    O pesquisador da FMABC (Faculdade de Medicina do ABC) Arthur Guerra de Andrade, um dos responsáveis pelo estudo e que esteve hoje no seminário, disse que, em geral, a questão das universidades é grave. Segundo ele, os universitários são os futuros líderes, mas podem não atingir seus objetivos por problemas causados pela bebida, o tabaco e outras drogas.
    Apesar disso, poucas universidades investem no tratamento ou em orientação de seus estudantes a respeito das drogas. Das 100 instituições de ensino superior de todo país incluídas no levantamento, 28 informaram manter programas para combate às drogas. "Esta questão deveria estar no projeto político-pedagógico de todas as universidades brasileiras", afirmou Márcia Tamosauskas, da UFABC.
  • Autor:
  • Fonte: Agência Brasil

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Crack devora 8,6% dos jovens brasileiros

O cenário epidemiológico do crack no Brasil, segundo o Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas), aponta que 8,6% dos jovens de 9 a 18 anos consomem essa droga. Esse é um alerta para pais, educadores e formadores de opinião em geral. Por isso, o 4º Desafio de Redação do Diário, que começa na próxima quarta-feira, vem com tema tão espinhoso: Crack, Tô Fora!. Correalização da USCS e DAE de São Caetano, com apoio da Ecovias, a proposta é levar para a sala de aula e no seio familiar discussão sobre o assunto, numa forma de conscientizar os estudantes aos malefícios da dependência química.

O uso disseminado do crack no mundo das drogas está relacionado a vários fatores que levam a grave transformação, tanto na oferta quanto na procura. De um lado, o controle mundial repressivo sobre os insumos químicos necessários a sua produção - como éter e acetona - faz os produtores a baratear cada vez mais sua fabricação, com a utilização indiscriminada de outros ingredientes altamente impuros. Quanto mais barata sua produção, mais rentável é sua venda. O crack representa para a população usuária de drogas um tipo de cocaína acessível, pois vendido em pequenas unidades baratas, oferece efeitos rápidos e intensos. Entretanto, a desejada intoxicação cocaína proporcionada pelo crack provoca efeitos de pouca duração, o que leva o usuário a fumar imediatamente outra pedra. Esse ciclo ininterrupto de uso potencializa os prejuízos à saúde física, as possibilidades de dependência e os danos sociais. A inovação no mercado das drogas com a entrada do crack atraiu pequenos traficantes, agravou ainda mais a situação, com o aumento incontrolável de produções caseiras.

Como todo uso de drogas está associado a fatores biopsicossociais, o consumo de crack não é diferente. A pedra vendida geralmente por R$ 5 é derivada das sobras do refino da cocaína. Nenhuma outra substância ilícita tem semelhante poder de dependência. Os danos dela são tão graves que produzem a impressão de que o número de usuários é bem maior.

CONSULTÓRIO DE RUA
Os consumidores são expostos a riscos sociais e a diversas formas de violência. Geralmente, quando os efeitos da droga diminuem no organismo, o dependente sente sintomas de depressão e tem sensação de perseguição. Outros sinais comuns são desnutrição, rachadura nos lábios, sangramento na gengiva e corrosão dos dentes; tosse, lesões respiratórias e maior risco para contrair o vírus HIV e hepatites.

Além de problemas físicos, há os de ordem psicológica, social e legal. Ocorrem graves perdas nos vínculos familiares, nos espaços relacionais, nos estudos e no trabalho, bem como a troca de sexo por drogas e, ainda, podendo chegar à realização de delitos para a aquisição da droga. Há controvérsia se tais condutas socialmente desaprovadas têm relação com o estado de fissura para usar ou se resulta da própria intoxicação. A unanimidade é que o usuário desemboca numa grave e complexa exclusão social.

Como geralmente o viciado não costuma procurar os serviços de Saúde e, por viverem situações de extrema vulnerabilidade, tornam-se facilmente vítimas da dependência e de outros problemas de saúde, começam a ser instalados em vários municípios do Brasil, com recursos federais, os consultórios de rua, que funcionam com equipes multiprofissionais, formadas por integrantes da Saúde Mental, Atenção Básica e Assistência Social. Estas equipes fazem a primeira abordagem para falar com as pessoas e oferecer ações de promoção, prevenção e cuidados básicos em saúde, para mais tarde facilitar o acesso a outros serviços de saúde. "A característica mais importante desta intervenção é oferecer cuidados no próprio espaço da rua, preservando o respeito ao contexto sócio-cultural da população", explica o coordenador de Saúde Mental do Ministério da Saúde, Pedro Gabriel Delgado.

KIT BÁSICO
A proposta tem também como eixo a promoção de direitos humanos e a inclusão social, além de enfrentar o estigma e ampliar as estratégias de redução de danos. "A equipe chega com um veículo e faz o primeiro contato para oferecer cuidados básicos. Para cada um é oferecido um kit que pode ser composto por folhetos informativos, camisinhas, protetor labial para quem tem feridas na boca (devido ao uso do crack). Também podem ser feitos testes rápidos de HIV", explica Pedro Gabriel.

Estabelecido o vínculo, o Consultório de Rua pode encaminhar as pessoas para uma equipe de Saúde da Família, ou a depender do caso, para o Caps (Centro de Atenção Psicossocial) ou Caps-AD (Centro de Atenção Psicossocial - Álcool e Drogas), para que ele receba o apoio. Para dar suporte ao familiar e ao usuário da droga, o Ministério da Saúde também criou o Disque Saúde (0800- 611997) para informações sobre o crack e orientações para tratamento dos usuários pelo SUS.

terça-feira, 17 de agosto de 2010

NOVA COORDENAÇÃO NACIONAL DA PASTORAL DA SOBRIEDADE
Gestão 2010 – 2014


Dom Irineu Danelon – Bispo Responsável Nacional

Pe. Krüger – Assessor Eclesiástico Nacional

Ana Martins Godoy Pimenta – Coordenadora Nacional

Pe. João Ceconello – Coordenação Nacional de Formação

Aos 31 dias de agosto de 2010 foi eleita a nova Equipe Nacional deCoordenação da Pastoral da Sobriedade gestão 2010/2014 que ficou assim composta:

Conselho Diretor

Bispo Responsável Nacional: Dom Irineu Danelon - SP
Assessor Eclesiástico Nacional: Pe. Idonizete kruger – SC
Coordenador Nacional: Ana Martins Godoy Pimenta - MG
Conselheiro Eclesiástico: Pe. João Roberto Ceconello - PR
Conselheiro Eclesiástico: Pe. Geraldo Magela - SP
Conselheiro Eclesiástico: Pe. Henrique Simão Moniz - MG
Conselheiro Eleito: Mônica Bortolin - SP
Conselheiro Eleito: Ernestina Bites Flores - PR
Assessor Nacional: Silvane Villanova Cecato - PR
Assessor Nacional: Fernando Barboza da Silva - MG

Coordenação Nacional

Bispo Responsável: Dom Irineu Danelon - SP
Assessor Eclesiástico Nacional: Pe. Idonizete kruger – SC
Coordenador Nacional: Ana Martins Godoy Pimenta - MG
Coordenador Nacional Adjunto: Dalva Rodrigues Carvalho - SP
Assessor Nacional: Denise Ferreira de Souza Ribeiro - RJ
Assessor Nacional: Vanir Aparecida Kroetz – RO

Coordenação Nacional de Formação

Coordenador Nacional de Formação: Pe. João Roberto Ceconello - PR
Coordenador Nacional de Formação Adjunto : Ernestina Bites Flores - PR
Assessor Nacional de Formação: Silvane Villanova Cecato - PR

Conselho Econômico

Bispo Responsável: Dom Irineu Danelon - SP
Assessor Eclesiástico Nacional: Pe. Idonizete kruger – SC
Conselheiros Titulares:
Paulo Afonso Magnhago - ES
Doroty Lamar Carnahiba - MT
Eliane Pysklyvicz de Souza - PR

Conselheiros Suplentes:

Victor Rodrigues Oliveira - SP
Ricardo Barros Barreto - SE
Maria da Fé da Silva Marques - AM

Conselho Fiscal

Conselheiros Titulares:
Claudio Edílio Pinheiro da Silva – SP
Pedrina da Silva Santos Guedes – MS
Ronaldo Sérgio da Silveira Filho – PR

Conselheiros Suplentes:
Arlete Schulz da Costa - SC
Elsi Bernadete Müller Gaia - SC
José Luiz de Oliveira Prata – SP

Tesouraria

1ª Tesoureira: Ernestina Bites Fores
2ª Tesoureira: Silvane Villanova Cecato

FNCTC - Federação Nacional das Comunidades Terapêuticas Católicas

Conselho Diretor

Presidente de Honra: Dom Irineu Danelon - SP
Presidente: Pe. Idonizete kruger - SC
Presidente Executivo: Ana Martins Godoy Pimenta - MG
Presidentes de Comunidade Terapêutica: Pe. João Roberto Ceconello - PR
Presidente de Comunidade Terapêutica: Pe. Geraldo Magela - SP

Conselho Consultivo

Conselheiro Eclesiástico: Pe. Henrique Simão Moniz - MG
Conselheiro Eclesiástico: Pe. Edson Campos - MG
Conselheiro Eclesiástico: Frei Márcio Aldo dos Santos - RJ
Conselheiro Eleito: Diácono Paulo Sergio Ferraz - SP
Conselheiro Eleito: Luiz Carlos Rossini - SP
Conselheira Eleita: Vanir Kroetz - MT

Conselho Fiscal

Conselheiros Titulares:
Ronaldo Sergio da Silveira Filho - PR
Valério da Costa - SC
Pedrina da Silva Santos Guedes - MS

Suplentes:
Doroty Lamar Carnahiba - MT
Elsi Bernadete Müler Gaia - SC
Paulo Afonso Magnago - ES

Tesouraria

1ª Tesoureira: Ernestina Flores
2ª Tesoureira: Silvane Cecato

“Que Deus abençoe a todos. E que pela intercessão da Mãe de todas asDores nos dê muita saúde,perseverança, discernimento e que os preferido doPai continuem sendo nossa prioridade.” Sobriedade e Paz, só por hoje, graças a Deus!